O Barco Bêbado, poema de Arthur Rimbaud

“O Barco Bêbado” (1871), poema de Arthur Rimbaud, vivido por Léo Ferré, com tradução de Augusto de Campos.     O Barco Bêbado - Arthur Rimbaud Quando eu atravessava os Rios impassíveis, Senti-me libertar dos meus rebocadores. Cruéis peles-vermelhas com uivos terríveis Os espetaram nus em postes multicores. Eu era indiferente à carga que trazia, … Continue lendo O Barco Bêbado, poema de Arthur Rimbaud

O liso e o estriado: Beethoven e Steve Reich (por Silvio Ferraz)

por Silvio Ferraz "O ponto que pretendo alcançar nesta leitura é aquele que diz respeito à forma musical. Para falar de forma tomarei por base a definição de Boulez - e Deleuze a partir de Boulez - para espaço e tempo liso ou estriado. A razão é simples, distingue-se de fato de um lado a … Continue lendo O liso e o estriado: Beethoven e Steve Reich (por Silvio Ferraz)

Gustav Mahler – Cantos Fúnebres para Crianças

“Nos Kindertotenlieder (Cantos Fúnebres para Crianças), sente-se uma penetração psicológica aprofundada, uma inflexão cromática intensificada e uma orquestração fascinante que desenvolve o estilo de câmara das canções do Viajor. Os poemas são de Friedrich Rückert, e Mahler confessou, após a morte de sua filha mais velha, que os musicou “na agonia do medo de que … Continue lendo Gustav Mahler – Cantos Fúnebres para Crianças

Gustav Mahler – 1ª Sinfonia – Titan

“As obsessões mórbidas de Mahler levaram-no a consultar-se com o próprio Freud e também compor a sombria Kindertotenlieder (Canções das Crianças Mortas). A composição dessa obra aterrorizou a própria esposa de Mahler, que dizia não entender que ele escrevesse sobre crianças mortas quando tinha acabado de pegar nos braços, bem vivas, as suas próprias filhas”. … Continue lendo Gustav Mahler – 1ª Sinfonia – Titan

Ecce Homo – Nietzsche & Wagner

“Quem quer se livrar de uma pressão intolerável necessita de haxixe. Pois bem, eu necessitava de Wagner. Wagner é o contraveneno para tudo alemão par excellence— ainda veneno, não discuto... A partir do instante em que houve uma partitura para piano do Tristão — meus cumprimentos, sr . von Bülow! — eu fui wagneriano. As … Continue lendo Ecce Homo – Nietzsche & Wagner

GILLES DELEUZE: Je Nage – por Rodolphe Burger e Olivier Cadiot

cursos_deleuze_spinoza_062005Composição de relações ao som de uma música de Rodolphe Burger & Olivier Cadiot ("Je nage" / "Eu nado"), com trechos falados de uma aula de Gilles Deleuze: "Espinosa: Imortalidade e Eternidade", de 1981. Clique aqui para ler a aula de Deleuze em francês. Clique aqui para ler a aula de Deleuze em português. Clique … Continue lendo GILLES DELEUZE: Je Nage – por Rodolphe Burger e Olivier Cadiot