Julio Bressane: Cinema Deleuze

Cinema Deleuze “As conchas são os ossos do oceano, disperso esqueleto, desvago”, escreve Guimarães Rosa em “Aquário”, estamos em maio de 1954, é minha travessia na água-viva, sorvo e inflamo Deleuze como flor colhida num sonho, Jerônimo lutador no deserto, argonauta do trans e observador do des (o temível prefixo que transtorna o radical!), passageiro … Continue lendo Julio Bressane: Cinema Deleuze