Arte, Experimentação, Filosofia

País de dançarinos e de ritmos mancos | por Jérôme Cler

A impossibilidade da leveza, a elegância insensata dos dançarinos – entretanto frequentemente bastante corpulentos -, a alegria como virtude no centro desse mundo de onde todo pathos parecia estar ausente. Potência da repetição: a música pega sempre no seu círculo, nada mais do que um círculo ou uma espiral, e a melodia de dança se fecha sobre si mesma, na vila, e se junta em direção ao seu centro sempre aproximado pelos dançarinos.

Arte, Experimentação

Tanaka Min dança em La Borde

“Tanaka Min é um dos grandes nomes do Butô, a dança das trevas. Convidado a dançar na clínica psiquiátrica “La Borde” por Félix Guattari, Tanaka realizou uma performance de uma rara intensidade. O espetáculo aconteceu na área externa, em frente à entrada do prédio num dia de primavera. Tanaka Min dança ao som de uma… Continuar lendo Tanaka Min dança em La Borde