Filosofia

Epicteto: a felicidade por desapego

por Sylvain Portier | trad.: Rodrigo Lucheta

Epicteto nasceu por volta do ano 50 d.C. em Hierápolis, na Frígia, região que se situa a oeste da parte asiática da atual Turquia. Voltaremos a isso. Seu nome, Épiktétos, significa homem comprado, escravo, e sem dúvida foi-lhe atribuído em razão de sua função. Com efeito, bem jovem ele foi levado a Roma como escravo a serviço de Epafrodite, um servo liberto de Nero, mas também um senhor cruel e brutal. Este deixa-lhe, todavia, seguir os cursos do filósofo estoico Rufus.

Epicteto ficou coxo – ele frequentemente é ilustrado com uma bengala -, e a origem dessa deficiência é relatada por Orígenes em uma célebre anedota que aliás talvez sustente a lenda. Ele conta que um dia Epafrodite divertia-se em torturar-lhe a perna com um instrumento ou com uma pedra. “Você vai quebrá-la”, disse-lhe tranquilamente Epicteto. Espantado, contrariado e nervoso, pois adorava ouvir seus escravos a gemer e a suplicar que parasse de lhes fazer sofrer, Epafrodite continua – e lhe quebra finalmente a perna. “Veja você, está quebrada” (ou “Eu disse que você ia quebrá-la”), teria acrescentado calmamente o filósofo.

Epicteto em gravura do século XVIII

Alguns anos mais tarde ele foi liberto em condições que restam desconhecidas. Ele começa então a ensinar em Roma. Como seu ilustre predecessor Rufus, e como numerosos filósofos antigos, seus ensinamentos foram exclusivamente orais. Acredita-se que ele deu aulas a Julius Rusticus, o futuro preceptor do imperador Marco Aurélio. Ele retoma os grandes princípios de seus predecessores e, no plano da física, é também ele materialista. Notaremos então um aparente paradoxo, que explicaremos, em uma doutrina materialista que nos prescreve entretanto o cultivo de uma alta forma de espiritualidade.

Em 94 d.C., o senador romano Domiciano decide interditar os filósofos e os expulsa de Roma. Epicteto foi banido e teve de se exilar em Nicópolis, no Épiro (a oeste da atual Grécia, às margens do mar Mediterrâneo), onde ele retomou seus cursos. Foi ali, por volta do ano 108 d.C., que um político e escritor, Arriano (95 – 175 d.C.), assistiu a suas aulas e as anotou para depois tirar delas 12 livros de Lições (narrativas das exposições teóricas), oito livros de Conversas (discursos e discussões), um Manual (um resumo dos pontos essenciais da doutrina) e talvez uma biografia (a Vida de Epicteto). Infelizmente, somente as quatro primeiras Conversas e o Manual foram conservados, assim como diversos fragmentos.

Epicteto morre entre 125 e 130 d.C.. Nos últimos anos de sua vida ele teria adotado uma criança e, ajudado por uma companheira, assegurado a sua educação. Ele será, com Sêneca (o preceptor de Nero) e com o imperador Marco Aurélio, uma das maiores figuras do estoicismo. Antes de chegar nos grandes princípios dessa corrente de pensamento e dessa arte de viver (pois os dois são sempre inseparáveis nos filósofos antigos!), notemos que o estoicismo vem do grego stoá, que significa pórtico… simplesmente porque os primeiros entre eles se reuniam na Grécia sob um pórtico, símbolo de firmeza, de estabilidade. Na linguagem corrente, essa palavra deu assim no adjetivo estoico, que significa calmo, imperturbável, zen. Mas nós veremos até que ponto esse deslocamento é justificado, e tentaremos responder, com Epicteto, a três questões mais precisas que são intimamente ligadas:

  • Cada um se vende a um preço justo?
  • Como manter-se sempre “ao nível de seu papel”?
  • Qual deve ser, finalmente, nosso “papel de homem”?

O mal num mundo que é, entretanto, perfeito

Tanto em Epicteto como nos seus predecessores estoicos, o mundo é pensado como um conjunto de seres materiais totalmente ligados: toda coisa estando em relação de efeito ou de causa com uma coisa vizinha, nada podendo, portanto, ser considerado como escapando à ordem global. É assim que o mundo é necessariamente considerado como uma unidade orgânica em que cada ser tem seu lugar e seu papel e contribui harmoniosamente com a ordem do mundo. Nesse sentido, o cosmos é então inteiramente material e perfeito.

Ora, os homens sempre atribuem aos acontecimentos do mundo um valor, julgando por exemplo que ele é mau, que “as mulheres seriam sequestradas, as crianças levadas como escravas, os homens massacrados” (1). Introduzimos assim um julgamento moral e a ideia de que, nesse pseudo mundo perfeito, existem coisas que não prestam e pessoas (e ações) que são más. Arrombamos uma porta aberta ao dizer que esses juízos de valor são subjetivos, diferentes às vezes conforme as pessoas e, histórica e geograficamente, segundo as culturas. Mas se se pode levar isso a sério, isso significa também que Epicteto tem razão quando diz (de maneira provocante, como frequentemente, para provocar o espanto e a reflexão):

A morte não é nada de assustador, caso contrário Sócrates também a teria achado assim.(2)

Ou ainda:

O filho de um outro morreu?, ou sua esposa? Não há ninguém que não diga: “É da condição humana”. Mas quando perde ele mesmo um dos seus, é imediatamente que diz: “Ai de mim! Que infelicidade a minha!”(3)

Reconhecemos aqui o modo de fazer de Epicteto: ele fala diretamente com seu interlocutor provocando-o e, nos dois casos citados acima, remete-o a uma exceção que, sozinha, basta para contradizer as pretendidas objetividade e universalidade da afirmação inicial desse interlocutor. Por conseguinte, em que consiste nosso “papel humano”? O valor de um homem é simplesmente relativo? Ele depende, aí também de modo relativo, de sua capacidade de suportar o mal? – de modo que julgaríamos más ou insuportáveis certas coisas em função de nossos limites pessoais que variam segundo nossa natureza e as circunstâncias de nossas vidas?

O que gostaríamos de mostrar aqui é que não existe nada disso no estoicismo de Epicteto. Entretanto, ele oferece um exemplo que parece estar naquele sentido da relatividade. Se o escravo lacedemônio suporta as pancadas é porque estas, diz ele, são conformes ao que ele estima “razoável suportar” levando em conta sua natureza de escravo e a representação que ele se faz daquele ato. No mesmo sentido, se todo juízo de valor é relativo, não seria a mesma coisa fazer ou recusar fazer o que quer que seja?, matar um tirano como Nero ou servi-lo, deixar morrer uma pessoa ou salvá-la? Ou, para retomar um exemplo dado pelo próprio Epicteto, estender a taça ao senhor que se execra e preservar-lhe a vida, sob pena de se corromper e de perder sua dignidade de homem; ou recusar-se a se submeter em nome da integridade, sob o risco de aí perder seu estatuto social, certas liberdades e mesmo sua vida? Reencontramos assim a grande questão da filosofia: o que devo fazer?, como agir para bem agir?

O que é essencial e o que é preferível

Se os animais e os homens dirigem sua vida fazendo uso de suas representações, estes últimos o podem fazendo um uso refletido, consciente, colocando-as de certo modo à distância deles mesmos, para ter a possibilidade de percebê-las como tais e de estudá-las. Ora, os deuses parecem nos ter dado um presente de grego ao nos oferecer esse poder de reflexão, pois esse poder engendrou os desejos, a nostalgia, o medo do futuro, etc. Desse ponto de vista, os animais parecem ser mais felizes do que nós. Mas essa maldição – eu os remeto por exemplo aos mitos de Prometeu e de Pandora – é também uma chance, um presente que pode fazer de nós deuses entre os animais. Com efeito, a consciência nos dá também essa faculdade que é a prohairesis, que poderíamos traduzir por vontade, ou melhor, por [bom ou mal] grado. Eis aí o que pode nos permitir obter nosso “papel de homem” e de ser feliz nessa grande peça de teatro que é a vida, peça na qual, entretanto, não escolhemos nosso papel (nascer nesta família, com tal corpo, viver tal acontecimento, morrer de tal maneira, etc.).

Tudo vem da capacidade de dar sentido, de criar o que os antigos chamavam de incorporais (os lekta, que poderíamos traduzir por significados), que nos permitem julgar os acontecimentos – capacidade propriamente humana que, para os estoicos, é cosmologicamente livre. Por exemplo, se eu estou prestes a ser enforcado e não posso fazer nada a respeito, eu crio um mundo diferente querendo não ser enforcado, mas aceitando sê-lo, ou achando isso legítimo, ou, pior ainda, esquecendo minha consciência nesse momento, não possuindo mais o meu “papel de homem” que determina “o preço” pelo qual eu me vendo. Mas que meu juízo possa ou não encarnar-se num ato concreto, isso não me concerne: eu o quero, mas que isso advenha realmente “não depende de mim”. Pode-se nesse sentido citar o exemplo lendário de Sócrates, que aceita ser executado, mas criando um mundo no qual o sentido que ele dá desse destino é seu destino: ele co-escreve e não sofre então a fatalidade, mesmo que ele sofra o curso das coisas. Pode-se dizer nesse sentido que nossa liberdade é infinita, ou antes absoluta, pois mesmo que possam nos obrigar a fazer alguma coisa, não podem nos obrigar a ter querido fazer o que fizemos e a ligar a isso a nossa felicidade.

Mas contrariamente a contrassensos bastante compartilhados, os estoicos não são nem inativos, nem fatalistas, nem insensíveis: eles querem somente nos prevenir contra a entrada no par prazer-dor. É o que explica a teoria dita “dos preferíveis”. A ideia maior é que seria sempre necessário distinguir os planos de compreensão do mundo e de adesão à realidade: se a morte não é um mal, não é porque ela seja um bem, mas que ela é indiferente, valendo o mesmo para a riqueza, a beleza, o poder, etc. Os juízos positivos e negativos sobre a morte, com efeito, fazem parte de um par que pertence, como diriam os lógicos modernos, ao mesmo espaço lógico. Assim, no caso da crença na malignidade da morte, nós podemos passar, no curso de nossa vida, da tristeza de se saber mortal e do medo de morrer (que são sofrimentos), à alegria de não estar ainda morto (que é um contentamento), e mesmo à esperança de ser imortal (que é um fantasma, um desejo irracional), como na religião, ou, hoje, no transhumanismo. Todas essas afecções, essas paixões, não deixam jamais o par prazer-dor e constituem assim a causa mesma de nossa infelicidade.

Mas nem por isso o estoico seria insensível. Se ele fosse, aliás, compreenderíamos mal por que ele dialogaria com as pessoas que são infelizes. Que elas se tornem mais felizes não é essencial à felicidade do estoico, mas é preferível viver em companhia de pessoas que não sofrem e não passam seu tempo a se lastimar. Eis porquê Epicteto lhes dá todos os seus conselhos. Do mesmo modo, o estoico não se impedirá de viver nem de apreciar o mundo (preferindo estar em boa saúde do que doente; recebendo antes um cumprimento do que uma injúria, etc.), mas ele o fará sempre com uma consciência global das coisas, consciência que lhe faz perceber o caráter relativo do valor do que é:

– O que me perguntas? Se a morte é preferível à vida? A vida, sem dúvida; se a dor é preferível ao prazer? O prazer, eu afirmo. (4)

O caráter preferível disso que é agradável não é por isso absolutamente negado, somente seu caráter essencial o é. Contrariamente aos hedonistas, que preconizam uma vida apaixonada, ou aos epicuristas, que procuram evitar o sofrimento e experimentar prazeres moderados embora saudáveis, o sábio estoico insiste em se afastar de um mundo material que ele, entretanto, não despreza, mas que não saberia ser a verdadeira fonte da felicidade.

Sabedoria e liberdade

A consequência dessa concepção é que a verdadeira liberdade não é, conforme uma visão ingênua, fazer o que se quer, mas querer o que se faz. Epicteto, antigo escravo, sabe sem dúvida melhor do que ninguém o que é ser privado de liberdade. Sobre este ponto, é possível estabelecer uma aproximação com o pensamento de Espinosa, para o qual a felicidade e a liberdade consistem em uma compreensão e uma aceitação do determinismo universal da Natureza, do “Deus sive Natura”. Da mesma maneira, aos olhos de Epicteto, a felicidade é essencialmente um assentimento face ao Destino, à vontade de Deus, sem que isso seja, entretanto, uma simples e triste resignação:

Eu uni minha vontade à Deus. Deus quer que eu tenha febre, eu quero. […] Ele quer que eu tenha tal desejo, eu quero. Ele quer que eu atinja tal objetivo, eu quero; ele não quer, eu não quero. (5)

Mesmo se nossa vontade fosse determinada por Deus, nós poderíamos ainda escolher concordar com a vontade de Deus, quer dizer, não aceitar, mas querer o Destino:

Também Crisipo tinha razão ao dizer: “Se eu soubesse que o Destino quer que eu esteja atualmente doente, eu teria vontade de estar”. O pé, ele também, se tivesse consciência, teria vontade de se sujar na lama. (6)

Com efeito, se soubéssemos que iríamos cair doentes – ou seja, se o corpo tivesse consciência disso que lhe vai acontecer, tal como se o pé de Epicteto soubesse o que lhe vai acontecer enquanto pé – nós teríamos vontade de estar doentes. Do mesmo modo, Epicteto diz que um cilindro, se ele tivesse consciência, quereria rolar e não poderia querer senão rolar uma vez que é cilindro; ele não poderia senão querer ser conforme às causas perfeitas determinadas por sua natureza própria. Ora, se retornarmos ao caso que nos concerne – não àquele dos pés e dos cilindros, mas àquele dos humanos -, é impossível que conheçamos o futuro, nosso destino, que é por isso fonte de numerosos tormentos para nós, ao passo que deveríamos admiti-lo, ou melhor, “querê-lo”.

Isso não quer dizer que o estoico não julga e não age: ele toma distância graças ao poder incorporal da prohairesis, mantém-se consciente da relatividade de seus juízos e “não se identifica” com o que faz, já que é o Destino que guia o mundo material. Experimentar, desejar, viver, mas sem jamais “identificar-se”, isso quer dizer, como o escreve algumas vezes Epicteto, que “tu podes chorar, mas não interiormente”. Eis o que pode nos fazer compreender o sentido da célebre passagem da taça, quer se trate ou não de estendê-la a um senhor que detestamos. Aqui, Epicteto mostra claramente que os atos de cada um são visados em função de certas representações, que certamente divergem conforme os indivíduos. Um acha razoável estender a taça, outro não (“Mas isso está abaixo de mim”).

Epicteto imagina então ser confrontado com essa situação da taça e exprime uma diferença notável dos dois protagonistas, que parecem estar identificados a suas representações e estão como que perdido nelas. Epicteto se associa ao segundo e se posiciona diferentemente, subindo um grau, passando ao plano do sentido e do juízo. Ele não diz que não é preciso agir, mas mostra que agindo de uma maneira ou de outra, isso seria fundamentalmente indiferente. Há então dois planos: aquele da liberdade de escolher estender a taça ou não, plano ligado à escolha de uma representação; e aquele plano prévio, mas frequentemente inconsciente, da consciência de que não se trata senão de representações e que esse sentido é criado por nós. E a sabedoria consiste em retornar sem cessar à consciência fundamental desse primeiro plano. É o sentido da cena que conta Epicteto, cena na qual o historiador Florus pergunta ao estoico Agripino se deve descer ao teatro com o execrável Nero:

– Desça, disse-lhe Agripino.

– E você, perguntou Florus, por que você não desce?

– Porque eu nem mesmo me coloquei a questão. (7)

Aqui, a posição de Agripino é sábia, pois ela consiste em contemplar as coisas tal como elas são, mas sem julgá-las: a morte não é nem um mal, nem um bem, não mais do que estar apaixonado, rico, pobre ou célebre. Isto é, e isso é tudo. O estoico é, nesse sentido, incorruptível no sentido profundo do termo, e invencível, mesmo que ele certamente não seja invulnerável. Ele não pode ser vencido senão por ele mesmo, pois que ele não será vencido senão se ele decidir entrar no terreno da vitória e da derrota:

Tu podes ser invencível se te mantiverdes acima de toda luta em que não depende de ti sair vencedor. (8)

O sábio escolhe ficar em paz consigo mesmo, num estado de apaziguamento interior que ninguém pode vir perturbar, ao invés de entrar no terreno de um afrontamento de onde torna sempre a sair um vencedor e um vencido. A invencibilidade concebida como invulnerabilidade corresponderia à situação fantasmática de um espírito tão forte que resistiria a tudo, como o faria um músculo super-treinado – o que é ainda um contrassenso sobre o estoicismo. A sabedoria consiste antes em operar um desapego, em querer afinar sua razão com aquela do Todo através de juízos corretos, e em contemplar o que é dado a ver, sem juntar-lhe julgamento moral ou simplesmente um julgamento que reprova objetivamente o que é vivido:

Alguém se banha às pressas. Não diz que isso é ruim, mas que é às pressas. Alguém bebe muito vinho: não diz que isso é mal, mas que é muito. (9)

O que é que finalmente seria grave para Epicteto? Como sabemos, o que é considerado como tal é por exemplo bastante diferente conforme a nossa idade ou nossa experiência de vida. Para o estoico como para o budista que ergue o Véu de Maya, nada que seja ligado aos desejos saberia ser grande e fonte de uma felicidade durável, e nada pode advir no mundo material que não seja grave no sentido forte do termo. O que seria grave é que o sábio acha grave senão o que é indesejável, é grave que ele seja perturbado a ponto de não mais ser sábio, pois então o estoico não seria mais estoico. E é somente esse comportamento que pode ser julgado grande aqui. Epicteto é completamente consciente disso: uma tal conversão ética do olhar não é fácil: trata-se de um exigente trabalho sobre si, talvez ainda mais em nossa época, num mundo materialista e consumista; e é por isso que se acham frequentemente nesses textos fórmulas como “lembre-se” ou “não esqueça jamais” de cuidar de sua prohairesis. É nesse sentido que a situação de Epicteto se transfigura e se inverte: seu senhor é escravo de seus desejos, alienado por suas pulsões sádicas e dependente do que lhe acontece, enquanto Epicteto (Épiktétos, o homem comprado) encarna o modelo do homem livre. Ele aprendeu o que há talvez de mais difícil e de mais belo a aprender: libertar-se a si mesmo liberando-se da ilusão de uma gravidade objetiva dos acontecimentos, sem por isso tornar-se indiferente à sorte deste mundo.

Sylvain Portier

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Clique aqui para ler alguns textos de Epicteto.

Clique aqui para ler o texto em francês, publicado originalmente no site iPhilo.

Notas:

(1) Epicteto, Conversas, I, 28, 26.

(2) Epicteto, Manual, V.

(3) Ibid., XXVI.

(4) Epicteto, Conversas, I, 2, 15.

(5) Ibid. IV, 1, 89.

(6) Ibid. II, 6, 9-11.

(7) Ibid. I, 2, 12-13.

(8) Epicteto, Manual, 1, XIX.

(9) Ibid. XLV.

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